quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Caixas-ninho colocadas para os chapins

No âmbito do projecto pedagógico “O CHAPIM NA ESCOLA – Biodiversidade, Aves e Habitat”, a colocação de ninhos artificiais nas árvores do recinto do JI e da EB 1 da Torreira (Fregim) teve lugar (10/02) mesmo sem a poda das árvores, motivo que originou o adiamento da actividade. Este ano, afinal, contrariamente à informação que nos havia sido transmitida, por orientação da Câmara Municipal de Amarante (CMA) as árvores do recinto escolar não vão ser podadas.
Ao início de uma tarde ensolarada e de temperatura amena, as turmas do JI e da EB1, participaram na actividade de colocação dos ninhos. Em cada uma das turmas os alunos escolheram dois ninhos para colocar nas árvores dos dois estabelecimentos de ensino, enquanto os restantes … ninhos foram levados pelos alunos para serem colocados nas proximidades das suas casas. No pólo da Torreira (Fregim) em 11 árvores foram colocados 23 ninhos.
Para além da adesão dos docentes, do empenho dos alunos e dos seus encarregados de educação, esta actividade contou com a colaboração de um funcionário da CMA e a orientação do professor Marinho da EB 2,3 de Vila Caiz. A sensibilidade para as questões ambientais, nomeadamente no que refere à temática da conservação das aves, fez com que a sua presença fosse de grande utilidade na colocação das caixas-ninhos, revestindo o valor de uma actividade de articulação inter-ciclos, voluntária e eficaz.
Entretanto, ficamos à espera que os chapins descubram, ocupem e procriem nas novas casas colocadas ao seu dispor.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A 'casa da Mosca-fosca' dramatizada no pré-escolar

«Era uma vez a mosca fosca que vivia num bosque distante. Farta de zunir, de dar voltas sem parar, decidiu fazer uma casa para morar...
Fez uma torta de amoras, cujo cheirinho atraiu sete estranhos animais. Não havia lugar para nem mais um, porém...»

“A casa da mosca fosca” é uma adaptação de um conto popular russo. As diferentes personagens introduzem os leitores num divertido e atractivo jogo de números e tamanhos, rimas, repetições e ritmos, que são elementos próprios da tradição oral. Trata-se de um conto acumulativo que vai apresentando todo um conjunto de personagens.
Os alunos da sala 1 do JI de Torreira fizeram a dramatização desta história. Os adereços foram construídos, escutaram a história algumas vezes para a compreenderem bem, depois escolheram os personagens. Cada um adoptou muito bem o seu papel, ensaiaram o texto e treinaram uma coreografia.
Na parte da manhã da passada quarta-feira (2/02), apresentaram a dramatização aos colegas das outras salas e da parte da tarde aos alunos da EB1.
O resultado final foi fantástico! Os papéis estavam muito bem sabidos, o cenário bem conseguido sem faltar o bolo de amoras que é o adereço central da história.
A realização desta actividade proporcionou diversos contextos de aprendizagem criativa nomeadamente no âmbito do desenvolvimento da memória e da aquisição de vocabulário, factores positivos na construção do conhecimento, ao mesmo tempo que promoveu a sociabilização dos alunos do jardim de infância e da escola básica e encantou todos que assistiram à dramatização desta história.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Poda de árvores adia colocação de ninhos

Durante o ciclo de vida de uma árvore é necessário atender ao seu tratamento e manutenção. Anualmente, para arejar as árvores e combater o desenvolvimento de moléstias, eliminam-se ramos mortos, tortos e danificados, a que se dá o nome de “poda”.
As árvores da envolvente da EB1IJI de Torreira, que irão receber as caixas- ninho, também precisam de ser podadas. Hoje recebemos a visita de um funcionário da CMA que depois de observar as árvores que circundam a escola nos informou da necessidade de cortar os ramos em excesso antes de se proceder à colocação dos ninhos.
Ficou acordado que ainda esta semana, se for possível junto dos serviços municipais, se deslocariam à escola para podarem as árvores e então com a colaboração da comunidade educativa dos ninhos.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Colocação de ninhos na área envolvente da escola

No âmbito do projecto pedagógico “O CHAPIM NA ESCOLA – Biodiversidade, Aves e Habitat” que a escola EB1 da Torreira (Fregim) está a desenvolver com os alunos e com a comunidade educativa, na próxima semana, será levada a efeito uma actividade experimental da maior importância para os objectivos programados. Trata-se da colocação de ninhos artificiais nas árvores do recinto escolar.
Esta acção tem em vista criar espaços de nidificação para aves como o chapim, tentando superar o desaparecimento de orifícios no seu meio natural, espaços quase insignificantes para outras espécies mas desempenham funções muito importante para as aves que por sua vez contribuem para a manutenção dos equilíbrios ecológicos. As caixas-ninho também têm um papel relevante como abrigo ou refúgio de aves em condições atmosféricas adversas.
Esta actividade contará com a colaboração da Câmara Municipal de Amarante (CMA), na colocação das caixas-ninho, salvaguardando os cuidados a ter com as árvores para que não sejam danificadas e os ninhos sejam devidamente colocados.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Projecto “Mil Escolas" - Actividades Pedagógicas

A execução do projecto “A Água e a sustentabilidade na educação de novos cidadãos”, com que a EB1 da Torreira (Fregim) foi premiada pela empresa Águas do Douro e Paiva, S.A. (AdDP) no âmbito do Projecto “Mil Escolas” (2009-2011), trouxe à escola a motivação e o incentivo para o desenvolvimento pedagógico das temáticas da Água, da Biodiversidade e do Ambiente. Assim foi no decurso do ano lectivo 2009/2010 com a realização de diversas actividades na escola e na comunidade, tal como acontece este ano lectivo, (2010/2011).
O dia de hoje (14/01) foi plena e inteiramente dedicado aos temas do Ambiente com incidência particular nas matérias da água, concretizadas pela equipa técnica do projecto “Mil Escolas” em cinco oficinas lúdico-pedagógicas: “A Expressão Dramática e a Natureza”, “Imagens contam Estórias”, “Água em Movimento”, “Teatro de fantoches: O meu rio” e “Na pele dos anfíbios”.
Com início no período da manhã, as salas de aula foram libertas de mesas e cadeiras e os alunos foram divididos em cinco grupos. A dinâmica foi criada em trabalho colectivo, rotativo, onde foi estimulado o jogo dramático, a expressão corporal, tendo havido constante recurso à capacidade imaginativa individual e à criatividade. Os alunos assistiram a um teatro de fantoches, representaram os anfíbios nos seus habitats, dramatizaram uma estória, aprenderam o ciclo urbano da água, foram sensibilizados para a necessidade da recolha dos óleos queimados,… conhecimentos transmitidos e a suscitarem dar largas à imaginação.
Todas as actividades estavam muito bem organizadas e foram do agrado de alunos e professores. Os diferentes grupos participaram de uma forma entusiástica e ordeira em permanente interacção com os monitores.
A todos os alunos foi oferecido um pequeno manual (Livro de Bolso – Guia de Campo), editado pela empresa, que contém informação muito útil para o estudo da água, dos rios e dos ecossistemas ribeirinhos.
As actividades educativas trazidas à escola, proporcionando muitas e boas aprendizagens aos nossos alunos, acabam também por contribuir para o enriquecimento do processo pedagógico e valorização da qualidade do ensino em curso na EB1 da Torreira.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A tradição de "cantar os Reis" na comunidade

A tradição cristã dos ‘Reis’ é assumida na EB1 da Torreira (Fregim) como parte do processo educativo, em concordância com a importância que esta quadra possui na comunidade.
Segundo a história da Igreja, a 6 de Janeiro de há dois mil e dez anos, os três Reis Magos chegaram à gruta de Belém, na Palestina, guiados por uma estrela que os levou até ao recém-nascido Deus-menino.
Entre o nosso povo, na noite de 5 para 6 de Janeiro, grupos de pessoas juntam-se em tocatas e corais para levar pelas portas cânticos festivos anunciadores da chegada de Jesus à Terra. É o que se designa de “cantar os Reis”, versando alegres e simpáticas canções de saudações e felicitação às famílias.
Todos os anos por esta altura, são os alunos que não esquecem a efeméride e se empenham na preparação da actividade de “cantar os Reis”.
O tempo chuvoso que nos tem acompanhado retardou a realização da acção por uma semana e só hoje (12/01) foi possível dar cumprimento a esta actividade do Plano Anual de Actividades (PAA) com que encerramos as comemorações da quadra natalícia.
Logo pela manhã, professores e alunos percorreram alguns lugares da freguesia de Fregim (Amarante) entoando cânticos criados para a ocasião, alusivos à tradição do Dia de Reis, acompanhados por instrumentos populares como o reque-reque, ferrinhos, bombo e viola. E o entusiasmo observado nos alunos, deixa perceber como esta tradição está viva na escola e na comunidade.